“Berta Isla é uma obra-prima.”
“Um romance maravilhoso.”
“Um romance excepcional.”
“Um romance soberbo.”
Estas são afirmações de alguns dos maiores críticos literários espanhóis, às quais adicionei o parecer altamente positivo de muitos leitores deste romance, entre os quais os da minha mãe e do meu irmão. Por isso, é sempre com constrangimento (e dúvidas sinceras: serei intelectualmente limitada? Possidónia?) que assumo publicamente ter ficado desiludida com um livro quase unanimemente aclamado, sobretudo por quem sabe destes assuntos como eu não sei — os críticos literários profissionais. E não, não acho que foi por ter partido para a leitura com as expectativas demasiado elevadas. No meu entender, foi antes pelo modo pouco cativante ou criativo como o autor abordou os temas — universais, intemporais e férteis — que penso ter identificado no texto.
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