O ano foi marcado por mais umas voltas ao país para a promoção da biblioterapia e a dinamização de muitas dezenas de actividades biblioterapêuticas com públicos de todas as idades; pela presença nos media, que não esmoreceu e conseguiu, até, ser superior à de 2024 no seguimento do lançamento do meu livro Ler para viver – Como a biblioterapia pode melhorar as nossas vidas; pela renovação das sessões de Biblioterapia Criativa no Hospital Magalhães Lemos para o período 2025/2026, que era um dos meus grandes objectivos profissionais; pela ida ao 2.º Congresso Europeu de Biblio/Poesia Terapia, desta vez na Universidade de Jyväskylä, na Finlândia; e pelo ingresso, em Setembro, no Programa Doutoral em Estudos Literários da Universidade de Aveiro, cujas exigências no 1.º semestre explicam o meu atraso na publicação deste habitual balanço.
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